quarta-feira, 18 de março de 2015

O ritual é sempre uma oportunidade de voltarmos ao começo, não necessariamente de fazermos o mesmo caminho. Nada associado ao ego. A conexão é com a energia superior, seja lá qual for o nome, que nos habita, do macro ao micro universo. Se ritualizamos tudo o que fazemos, no sentido sublime da palavra, giramos na mesma frequência dessa ciranda universal. Assim é para a poesia de cada dia, nosso sagrado cordão umbilical. Que assim seja! Evoé, namastê, axé, amém!

Adeilton Lima

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