domingo, 25 de novembro de 2012

Procura-se um poema... Estava aqui ainda há pouco na ponta do lápis, da tecla, da língua... Suspeita-se de algum encanto pois seu verso sempre foi livre, sem motivos para fugas... No entanto, quem por ventura o encontrar, por favor, busque sua alma para além das aparências assimétricas e oblíquas. Ele escreve certo nas cordas bambas da vida e também encara um trapézio sem redes de proteção, isso quando não resolve brincar com o fogo... E não precisa explicar-lhe o caminho de volta, poemas não voltam, apenas indicar-lhe outros rumos, ares, mares, corações, destinos! Obrigado!

Adeilton Lima

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