sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Barco


O Barco

Alto mar
O tempo assobiando correntes
Águas batizando novos caminhos
Para o meu corpo que flutua
Dançando uma valsa à luz de uma vela
Com uma taça de vinho na mão.
Mas nada de tempestades
Horizontes há...
No mar ou no deserto (dentro ou fora da taça).
Porém, tudo é deserto e mar!
Navegar! Eis o verbo! 

Reverbero!
Ecos de mim...
Sou barco! Sou baco!
E o vento, fogo para a minha vela.

Adeilton Lima

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