segunda-feira, 19 de dezembro de 2011



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Aqui
No quando
Da poesia
É sob a pele
Que ela me espreita
E dentro ali
Da cratera do poro
Tudo começa a queimar
Desde aquele uivo lá fora
Em ereções lunares
Aos sonolentos
Passos do lobo
Depois da mutação...
Aqui
Nesse quando insaciável
É que bebo minhas noites
E ejaculo alguns versos
Na boca vermelha da manhã.

Adeilton Lima



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