quarta-feira, 27 de julho de 2011



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A tarde é uma puta sem clichês
Toda aberta de nuvens pubianas
Com suas línguas répteis
Como se fossem enguias
Penetrando um oceano seco,
Engolindo o sol um tanto sonolento
Porém faminto dessas tetas tesas
Findo o tempo
Arrebol!


Adeilton Lima

Um comentário:

Alice ϟion Oliveira disse...

Mas que bela poesia para um fin de tarde, heim...
Obrigada por compartilhar